A Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal de Arujá mantém em funcionamento contínuo uma ampla rede de suporte voltada ao acolhimento e proteção de mulheres que sofrem com situações de violência doméstica ou social na cidade. O órgão foi oficialmente constituído por meio da Resolução de número 380/2021 do Poder Legislativo. O serviço integrado garante amparo jurídico especializado, acompanhamento terapêutico e capacitação para inserção no mercado de trabalho.
O funcionamento da rede assistencial ocorre de forma compartilhada por meio de parcerias estratégicas firmadas com a Ordem dos Advogados do Brasil, profissionais voluntárias das áreas de psicologia, secretarias da prefeitura e órgãos de segurança pública. A rede técnica atua diretamente com a estrutura operacional da Patrulha Maria da Penha e da Delegacia da Mulher local, disponibilizando canais de contato de emergência abertos permanentemente pelo número de atendimento 180 ou pelo telefone de chamados 153.
A procuradora da Mulher no município, vereadora Professora Cris, ressaltou que o objetivo central da instituição não se limita ao acolhimento emergencial pós-crime, mas busca atuar de maneira preventiva. Para alcançar essa meta, o órgão realiza periodicamente uma série de atividades estruturadas para dar autonomia financeira e fortalecimento emocional ao público feminino da comarca, mantendo também uma central de comunicação virtual diária entre os assistentes sociais e advogados para respostas rápidas.
Para a programação referente ao segundo semestre, a Procuradoria da Mulher já agendou uma sequência de ações educativas nos bairros e escolas públicas e privadas de Arujá. No mês de agosto, por ocasião do aniversário da Lei Maria da Penha, será executado um júri simulado com foco na conscientização do público estudantil, seguido por eventos temáticos vinculados ao Setembro Amarelo para debate sobre saúde mental, ao Outubro Rosa de prevenção contra o câncer e as celebrações oficiais de fundação da procuradoria em novembro.





