A Prefeitura de Santa Isabel promoveu nesta quinta-feira (8) uma capacitação voltada ao enfrentamento da sífilis na gestação e da sífilis congênita, reunindo 23 profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde, na Maternidade e na Vigilância em Saúde do município. A ação foi organizada pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a Vigilância em Saúde e Ambiente.
O encontro aconteceu no auditório da UBS I Prefeito Ilário Dassiê e faz parte de uma série de iniciativas de conscientização sobre o tema realizadas ao longo de outubro, mês em que é celebrado o Dia Mundial de Combate à Sífilis Congênita, no terceiro sábado do mês. A proposta é ampliar o conhecimento sobre diagnóstico precoce, tratamento correto e formas de evitar a transmissão da doença da mãe para o bebê durante a gravidez.
Durante a capacitação, foram discutidos processos de testagem, diagnóstico e tratamento, além do acompanhamento das gestantes, estratégias de prevenção da transmissão vertical, cuidados com o recém-nascido e vigilância epidemiológica dos casos registrados no município. A atividade também serviu para alinhar fluxos de atendimento entre os diferentes serviços da rede, buscando maior integração entre Atenção Primária, Maternidade e Vigilância em Saúde.
Segundo a Vigilância em Saúde e Ambiente de Santa Isabel, a prevenção da sífilis congênita só é possível quando esses setores atuam de forma coordenada. A articulação entre as equipes, de acordo com o órgão, permite identificar os casos mais cedo, assegurar o tratamento adequado e dar continuidade ao acompanhamento da gestante e do bebê com mais segurança.
A capacitação está ligada a uma meta estabelecida pelo município: zerar os casos de sífilis congênita até 2028. Para alcançar esse objetivo, a gestão municipal afirma que pretende garantir que nenhuma oportunidade de diagnóstico e tratamento seja perdida e que as informações sobre cada gestante sejam repassadas de forma contínua entre os pontos da rede de saúde.
A Secretaria Municipal de Saúde informou ainda que o combate à sífilis congênita depende do envolvimento de toda a rede municipal e que a pasta continuará investindo em capacitações, ações de vigilância, diagnóstico, tratamento e qualificação do atendimento oferecido à população.





