O Pastor Moisés Chocolate foi desligado do quadro legislativo da Câmara Municipal de Arujá nesta semana. A movimentação é consequência direta da exoneração de Uelton do cargo de secretário adjunto de Segurança Pública na Prefeitura de Arujá, o que provocou o seu retorno automático para a vaga de vereador titular na Casa de Leis.
Conforme estabelece o Regimento Interno, ao deixar a função no Poder Executivo, o parlamentar eleito reassume imediatamente sua cadeira, resultando na saída do suplente que ocupava o posto temporariamente. Uelton encontra-se preso desde o final de dezembro de 2025, após se entregar à polícia em decorrência de sua participação na morte de um integrante da Guarda Civil Municipal (GCM) de Suzano, crime ocorrido na véspera de Natal.
Segundo a Câmara Municipal de Arujá, os fatos envolvendo Uelton ocorreram em um período de licença das funções legislativas e fora do âmbito de atuação do parlamento. No entanto, a instituição informou que a presidência já determinou a abertura de um processo administrativo para acompanhar o desdobramento do caso.
A continuidade do mandato e a chance de um novo retorno de Moisés Chocolate à Câmara dependem de deliberações que só podem ser realizadas após o término do recesso parlamentar, no próximo mês. Segundo a Câmara, qualquer decisão sobre o mandato deve ser obrigatoriamente discutida e votada em plenário pelos demais vereadores. Até o momento, o Legislativo ressalta que não há uma determinação judicial que impeça Uelton de reassumir formalmente suas funções parlamentares.
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