A Guarda Civil Municipal (GCM) de Arujá já realizou 1.095 atendimentos a mulheres em situação de violência doméstica entre janeiro e agosto de 2026. Os números foram divulgados pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e mostram o volume de trabalho da corporação no acompanhamento e na proteção das vítimas no município.
Atualmente, a GCM monitora 385 medidas protetivas ativas em Arujá. Esse acompanhamento é feito para garantir o cumprimento das determinações da Justiça, que costumam incluir o afastamento do agressor do convívio da vítima, além de oferecer suporte contínuo às mulheres atendidas.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o trabalho é conduzido principalmente pela Patrulha Maria da Penha e pela base de atendimento voltada às mulheres, instalada no Parque Rodrigo Barreto. O espaço foi inaugurado durante a atual gestão municipal e funciona como ponto de referência para acolhimento e encaminhamento das vítimas.
Ao longo deste ano, o patrulhamento da GCM resultou em 11 prisões em flagrante relacionadas a casos de violência doméstica. No mesmo período, 177 medidas protetivas foram arquivadas depois de cumpridos os trâmites legais e encerrados os respectivos processos pelas autoridades responsáveis.
O secretário de Segurança Pública de Arujá, Washington Adami, afirma que a presença constante das equipes nas ruas e o patrulhamento preventivo especializado são elementos centrais para interromper situações de violência e dar às vítimas mais segurança para denunciar os agressores.
Moradoras que precisarem de atendimento emergencial podem acionar a Guarda Civil Municipal pelos canais oficiais de comunicação da corporação, pelo telefone 153 ou pelo aplicativo 153 Cidadão.





