O serviço de fisioterapia municipal de Igaratá é alvo de denúncias devido à falta de estrutura e ao longo tempo de espera para atendimento. Relatos de moradores indicam que a fila para novos pacientes está represada desde setembro do ano passado, gerando dificuldades para famílias que dependem do serviço público de saúde.
A denúncia, repercutida pelo líder comunitário Renan Lobo, destaca que a situação reflete uma falha no planejamento e na gestão da Secretaria de Saúde e da Prefeitura Municipal. Segundo o relato, embora os profissionais da área atuem com os recursos disponíveis, a carência de investimentos compromete a eficiência do setor, que é considerado essencial para a recuperação e bem-estar dos cidadãos.
A cobrança apresentada reforça a necessidade urgente de novos investimentos e de uma reorganização administrativa para dar vazão à demanda reprimida. A falta de assistência adequada em fisioterapia pode agravar quadros clínicos de pacientes que aguardam há meses por uma vaga.
O Jornal Metrópole questionou a Prefeitura de Igaratá sobre o cronograma de atendimentos, o tamanho atual da fila de espera e se há previsão de novos investimentos ou contratação de profissionais para a área. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno oficial.




