sábado, fevereiro 21, 2026
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MPOX: MINISTÉRIO DA SAÚDE REFORÇA ORIENTAÇÕES SOBRE SINTOMAS E COMBATE À DESINFORMAÇÃO

Com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão da mpox no Brasil, o Ministério da Saúde mantém um monitoramento ativo e reforça as diretrizes de prevenção e cuidados. A doença, uma infecção viral transmitida de pessoa para pessoa, exige atenção aos primeiros sinais e o isolamento imediato de casos suspeitos para evitar a propagação do vírus.

Os sintomas da mpox incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e o surgimento de ínguas. O sinal mais visível é o aparecimento de bolhas ou feridas na pele, que podem surgir em qualquer parte do corpo. Autoridades de saúde alertam que qualquer pessoa, independentemente de idade ou gênero, pode contrair a doença. Ao notar esses sinais, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde e evitar o contato próximo com outras pessoas até que os sintomas desapareçam e as lesões cicatrizem totalmente.

A transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto com secreções respiratórias, feridas ou bolhas de uma pessoa infectada. Isso inclui beijos, abraços e relações sexuais. Além disso, o compartilhamento de objetos recentemente contaminados, como toalhas, roupas de cama e utensílios, também representa um risco. O isolamento domiciliar e a não partilha de materiais de uso pessoal são medidas fundamentais para quem apresenta sintomas suspeitos.

O Ministério da Saúde também atua no combate à desinformação. É importante esclarecer que a mpox é uma doença viral e não possui qualquer relação com as vacinas contra a Covid-19. Narrativas que associam a infecção como um efeito colateral de imunizantes são falsas; as vacinas são seguras e desenvolvidas para prevenir doenças. Além disso, o nome da doença foi alterado para mpox, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), para evitar estigmas e ataques a animais, uma vez que o surto atual é mantido pela transmissão entre humanos.

Atualmente, o tratamento disponível foca no suporte clínico para alívio das dores e controle dos sintomas, prevenindo sequelas a longo prazo. Embora o cenário nacional exija vigilância contínua, especialmente em estados com maior volume de notificações como São Paulo e Rio de Janeiro, o panorama atual foca na interrupção da transmissão através de medidas efetivas de saúde pública e conscientização da população.

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