{"id":26355,"date":"2025-07-24T14:57:55","date_gmt":"2025-07-24T17:57:55","guid":{"rendered":"https:\/\/jm-metropole.com.br\/site\/?p=26355"},"modified":"2025-07-24T14:57:55","modified_gmt":"2025-07-24T17:57:55","slug":"diminui-numero-de-casas-com-tv-por-assinatura-434-tem-streaming","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jm-metropole.com.br\/site\/diminui-numero-de-casas-com-tv-por-assinatura-434-tem-streaming\/","title":{"rendered":"Diminui n\u00famero de casas com TV por assinatura; 43,4% t\u00eam streaming"},"content":{"rendered":"<p>Quase 4 milh\u00f5es de lares cortaram TV paga entre 2016 e 2024<\/p>\n<p>Cada vez mais o brasileiro est\u00e1 dando adeus \u00e0 TV por assinatura e aderindo aos servi\u00e7os pagos de v\u00eddeo por streaming. Dos 75,2 milh\u00f5es de lares do pa\u00eds com aparelho de televis\u00e3o, 43,4% deles t\u00eam streaming, ou seja, 32,7 milh\u00f5es. Por outro lado, o n\u00famero de casas com TV por assinatura ficou em 18,3 milh\u00f5es, o que representa 24,3% das resid\u00eancias com ao menos uma TV. Moram nesses endere\u00e7os 51,7 milh\u00f5es de pessoas.<br \/>\nOs dados fazem parte de um suplemento sobre tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<br \/>\nO levantamento foi feito no \u00faltimo trimestre de 2024 e constatou o menor n\u00famero de domic\u00edlios com TV paga desde que a pesquisa come\u00e7ou a ser feita, em 2016. No intervalo de oito anos, o n\u00famero de casas com o servi\u00e7o caiu de 22,2 milh\u00f5es para 18,3 milh\u00f5es. Em termos proporcionais, isso significa que, em 2016, 33,9% pagavam para assistir TV. Em 2024, a marca foi reduzida para 24,3%.<br \/>\nAo identificar os motivos apontados pelos brasileiros para n\u00e3o ter TV por assinatura, o IBGE apresenta uma invers\u00e3o de tend\u00eancias: n\u00e3o haver interesse pelo servi\u00e7o passou de 39,1% em 2016, para 58,4% em 2024. J\u00e1 considerar o pre\u00e7o alto, no mesmo per\u00edodo, passou de 56,1% para 31%. Ou seja, atualmente, o principal motivo \u00e9 a falta de interesse e n\u00e3o o pre\u00e7o da TV por assinatura, de acordo com a Pnad.<\/p>\n<p>O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes explica que a pesquisa n\u00e3o pergunta o motivo da falta de interesse, mas afirma que \u00e9 poss\u00edvel inferir que o desinteresse tem a ver com outras formas de consumir entretenimento.<br \/>\n\u201cPossivelmente um dos motivos dessa falta de interesse pode ser, por exemplo, o streaming, o acesso a v\u00eddeos, a filmes e s\u00e9ries por outros meios\u201d, diz o analista.<br \/>\nAlta do streaming<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o ao streaming de v\u00eddeo, o n\u00famero de domic\u00edlios com o servi\u00e7o passou de 31 milh\u00f5es em 2022 (ano em que o dado come\u00e7ou a ser coletado) para 32,7 milh\u00f5es em 2024. Moram nesses endere\u00e7os 95,1 milh\u00f5es de pessoas.<br \/>\nPor meio de streaming, o assinante tem acesso a uma oferta de filmes, s\u00e9ries, desenhos infantis, programas jornal\u00edsticos e eventos esportivos, por exemplo. Com exce\u00e7\u00e3o de programa\u00e7\u00f5es ao vivo, as atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o sob demanda, ou seja, ficam dispon\u00edveis para serem vistas a qualquer momento.<br \/>\nOs pesquisadores do IBGE identificaram ainda que, nas casas onde h\u00e1 servi\u00e7o pago de streaming, 86,9% deles tinham tamb\u00e9m acesso \u00e0 TV aberta, uma redu\u00e7\u00e3o ante os 93% de 2022.<br \/>\nEm 39,7% dos lares com streaming, havia acesso tamb\u00e9m a canal de TV paga. Em 2022 eram 41,5%.<br \/>\nJ\u00e1 8,2% n\u00e3o tinham sequer televis\u00e3o aberta ou fechada, ou seja, faziam uso exclusivo dos canais de streaming. Em 2022, essa marca era de 4,7%.<br \/>\nA pesquisa mostra associa\u00e7\u00e3o entre renda e presen\u00e7a de streaming. Nas casas com o servi\u00e7o digital, o rendimento m\u00e9dio mensal por pessoa \u00e9 R$ 2.950. Nos domic\u00edlios sem essa modalidade paga, o rendimento m\u00e9dio \u00e9 de R$ 1.390.<br \/>\nOs dados revelam tamb\u00e9m desigualdades regionais. Enquanto o Sul (50,3%), o Sudeste (48,6%) e o Centro-Oeste (49,2%) t\u00eam cerca de metade dos domic\u00edlios com streaming pago, os percentuais chegam a 30,1% no Nordeste e 38,8% no Norte.<br \/>\nAparelhos de TV<br \/>\nO levantamento do IBGE revela que est\u00e1 diminuindo a propor\u00e7\u00e3o de casas com aparelhos de televis\u00e3o. Em 2016, havia TV em 97,2% dos domic\u00edlios, superando os 93,9% de 2024. No entanto, em n\u00fameros absolutos houve crescimento, de 65,5 milh\u00f5es em 2016 para 75,2 milh\u00f5es em 2024.<br \/>\nA pesquisa identificou que 86,5% dos domic\u00edlios recebiam sinal anal\u00f3gico ou digital de TV aberta e 21,3% recebiam sinal de antena parab\u00f3lica. Apenas 1,5% dos lares brasileiros dependiam exclusivamente das parab\u00f3licas para assistir TV.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quase 4 milh\u00f5es de lares cortaram TV paga entre 2016 e 2024 Cada vez mais o brasileiro est\u00e1 dando adeus \u00e0 TV por assinatura e aderindo aos servi\u00e7os pagos de v\u00eddeo por streaming. Dos 75,2 milh\u00f5es de lares do pa\u00eds com aparelho de televis\u00e3o, 43,4% deles t\u00eam streaming, ou seja, 32,7 milh\u00f5es. 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